O Hospital de Caridade de Ijuí começa as comemorações aos seus 76 anos. Para isso, estamos criando uma nova campanha de comunicação, ações estratégicas para seus públicos e um novo posicionamento.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Manga Rosa comercializa mais duas novas marcas.
A Manga Rosa começou a comercializar mais duas novas marcas: SHOP 126 e CORPOREUM.
Acesse www.mangarosaweb.com.br, clique em marcas e fique e conheça essas duas super grifes que a Manga Rosa trouxe para Ijuí e região.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Pensando em varejo.
O branding é entendido como o elo de todos os elementos que compõem a relação da loja e da empresa com o consumidor (Serrentino, 2007, p.17)
O varejo precisa pensar em soluções, trabalhar a oferta e o formato com a lógica de compra do consumidor, criar uma loja que intereja com o cliente e sintonize-se com o seu processo de compra e sua hierarquia decisória.
A estratégia no negócio do varejo deve dar o caminho para a busca de respostas de questões com: qual o cliente? Com que produtos? Que nível de serviço? Qual a proposta de valor?
A maior tentação em um negócio de varejo é buscar ser tudo para todos, o que cria inevitáveis fragilidades e falta de direcionamento. Os negócios precisam ter posicionamento e proposta de valor claramente definidos e alcançar um grau de relevância e preferência para um grupo significativo de consumidores que se indentifiquem com a marca. Esse processo implica renúncias, clareza de visão e direcionamento estratégico, que possibilitem nortear o processo de INOVAÇÃO.
Isso permite à loja migrar para o patamar de marca, que por sua vez, torna-se ativo estratégico quando consegue exprimir de maneira simples e direta todos os elementos do negócio que interagem com os clientes.
Por fim, se uma marca é um elo emocional que uma organização estabelece com seu cliente (que resulta no firmamento de um pacto de retribuição) nada mais claro do que tornar a organização de varejo em um ativo de resultados empresariais como uma marca. Por isso, fica a dica: Pense na sua organização como uma marca, como uma lembrança indispensável na vida de seu consumidor, dessa forma todas as sua ações serão focadas e direcionadas a um único público, o seu consumidor.E falando em dia dos namorados...
Há alguns dias, surgiram boatos de que estavam filmando um longa-metragem baseado no clássico “Eduardo & Mônica” do Legião Urbana, música que completa 25 anos em 2011.
A produção é na verdade a campanha da Vivo para o Dia dos Namorados, celebrando “a história de amor mais cantada do Brasil”.
Dirigido por Nando Olival, o filme de 4 minutos é como um clipe – que nunca existiu – para a música, contando exatamente a jornada do casal mais famoso da música brasileira.
Além da estreia na internet hoje, a campanha também será extensamente veiculada nos cinemas no próximo domingo.
No Facebook, os perfis de Eduardo e Mônica funcionarão como uma espécie de making of da campanha, publicando as fotos de bastidores que cada um dos atores tirou durante as filmagens.
Pra quem cresceu ouvindo Legião Urbana, é difícil não se arrepiar com o filme, que pra mim é a melhor coisa que a Vivo já fez desde a sua fundação em 2003. Uma aposta certeira em conteúdo com significado para falar de conexão e relacionamentos.
A criação é da Africa, com produção da 02 Filmes. Assista abaixo:
E você, já pensou como homenagear o seu amor?
terça-feira, 7 de junho de 2011
Star Wars: Marca eterna, e bem-sucedida, pela própria natureza
Disneyland inaugura nova versão de Star Tours, 24 anos depois da abertura original, e comprova a força de uma marca inabalável por mais de três décadas de existência, globalização e que sempre encontra modos de revitalizar seu público.
Ser nerd tarja preta tem suas vantagens. Você comete insanidades [pelo menos para pessoas normais] sem pensar duas vezes, não se arrepende e, quando pode, faz tudo de novo, afinal, com paixões não se brinca e “Guerra nas Estrelas” é a minha maior tara cultural.
Só o fato de usar o nome em português entrega a idade e o nível de devoção, afinal, desde o final de década de 90 a marca passou por um alinhamento mundial e as traduções caíram para o guarda-chuva “Star Wars” ser adotado em tudo quanto é canto. Logo, só para deixar claro, “Guerra nas Estrelas: Uma Nova Esperança”, virou “Star Wars: Uma Nova Esperança”, e assim por diante.
A história dessa marca, cujo logotipo nunca mudou em essência e só sofreu leves atualizações – como ganhar volume 3D e adotar a cor dourada como padrão -, é repleta de contra-indicações estratégicas e muita sorte, além de total dependencia de um mercado criado quase sem querer, para resistir ao tempo. Fato é, no último dia 3 de junho, quando a Disneylândia reabriu a atração Star Tours, originalmente inaugurada em 1987, uma movimentação humana gigantesca coroou a natureza eterna e “força” constante de “Star Wars”.
As filas que começaram a se formar desde 5 da manhã
Ah, Barreto! Tá sendo fanboy! Inicialmente, sim, mas vamos entender as razões de tudo isso, num breve resumo:
Depois que os filmes clássicos saíram do cinema, os fãs do então “Guerra nas Estrelas” amargaram uns bons 20 anos sem nada realmente novo e relevante. Foram tempos sombrios, tempos de dependência dos quadrinhos ["Império do Mal" é o melhor exemplo] e de alguns livros realmente marcantes como “Sombras do Império” ou “The Han Solo Adventures”, além, claro, das trocentas reedições dos filmes em VHS (tenho todas elas, aliás, 8 para ser mais exato).
O grande segredo, porém, foi licenciamento. Com um trabalho agressivo e constante no mundo todo, a marca se perpetuou apostando em sua força cultural e, especialmente nos Estados Unidos, num culto alimentado por pais e filhos. Diferente de “Jornada nas Estrelas”, por exemplo, que sempre teve mais apelo adulto, “Guerra nas Estrelas” agradava todo mundo e isso alavancou vendas de itens que variavam entre kits de roupa de cama baratinhos até colecionáveis milionários. E um dos elementos fundamentais dessa manutenção foi o Star Tours, atração presente nos resorts da Disney.
Com custo inicial de US$ 33 milhões, a atração foi aberta no início de 1987 e catapultou vendas de camisetas e brinquedos desde então. Para quem nunca foi, basicamente, o Star Tours jogava o visitante numa espaçonave de turismo envolvida na luta entre Aliança Rebelde e Império Galáctico. O filme era fixo, logo, cada visita gerava a mesma experiência, que poderia ser piorada por um forte cheiro de CO2 gerado pelos amortecedores da “nave”.
Era um reflexo direto do efeito e da popularidade da Trilogia Clássica logo após a passagem dos filmes pelo cinema. Muito tempo passou, a marca se manteve forte e voltou a crescer na última década quando a Nova Trilogia estreou com muita tecnologia. Levando tudo isso em conta, o Star Tours passou a ser o patinho feio do universo Star Wars sendo totalmente ultrapassado. Desde o ano passado, a Walt Disney Resorts (com a tutela da Disney Imagineering) resolveu revitalizar a atração.
Misturando o carinho dos fãs com o brinquedo, a visita de George Lucas à reinauguração, na Flórida, uma semana antes, a realização do “Star Wars in Concert” (evento de música clássica com a trilha sonora da Saga) e o conveniente anúncio da nova Star Wars Celebration para 2012, o resultado foi fantástico. Os primeiros fãs chegaram às 5 da manhã para garantir um bom lugar, a Disney montou uma operação de guerra no estacionamento – “estamos esperando um público gigantesco hoje por causa da inauguração”, disse uma funcionária – e a fila de mais de três horas foi encarada sem reclamação, com fantasias, colecionáveis, camisetas e muitos sorrisos.
O mais interessante foi comprovar a força, e abrangência, da marca nos Estados Unidos. A maioria do público era, claramente, de jovens entre 22 e 30 anos, mas a grande quantidade de crianças e veteranos do fandom transformou a fila em si num evento, afinal, todos estavam participando do Dia de Inauguração e escrevendo mais um capítulo de sua história pessoal com a Saga.
Camisetas e colecionáveis esgotaram-se nas primeiras horas e as pessoas não paravam de chegar. Assim que saim da atração, voltavam para a fila não pela simples devoção, mas pela nova natureza da brincadeira: cada rodada mostra um filme diferente, ou seja, uma visita a uma série diferente de planetas do universo Star Wars (Hoth, Tatooine, Coruscant, Naboo, Kashyyyk, Geonosis e tantos outros). A atração é 3D, com óculos Dolby, e tem uma pequena porção interativa na qual um dos fãs é identificado como “espião rebelde” e sua foto é exibida na tela enquanto os pilotos, agora R2-D2 e C-3PO, tentam fugir de Darth Vader.
Seguindo seu histórico de mudanças leves, o Star Tours passou apenas por uma atualização em seu logotipo, agora apresentado com luzes no pano de fundo simulando um salto no hiperespaço e a tag line: The Adventures Continues (As Aventuras Continuam). O piloto inexperiente Rex, que não aprendeu nada em 24 anos, foi aposentado e pode ser visto na fila interna, dentro de uma caixa de peças sobressalentes. Tudo está mais moderno, incluindo uma câmera filmando os visitantes e mostrando uma imagem num grande monitor pouco antes do embarque.
Com tanta força de público – que pagou uma grana considerável para visitar a Disneyland só para prestigiar uma atração – e seus resultados sólidos, Star Tours deixa o triste lugar de brinqueido com pouca fila e apenas atraente para crianças para ser a principal atração dos parques, afinal, cada visita vai gerar uma viagem diferente. Uma jogada de mestre, sem arriscar muito, e entregando exatamente o que seus clientes esperam.
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